Roberto Rodrigues de Menezes.

Roberto Rodrigues de Menezes



domingo, 2 de outubro de 2011

Dom Quixote de la Mancha (II).

Dom Quixote, agora em companhia de seu escudeiro, continua sua vida galante e aventurosa. Logo adiante, ele se depara com ferozes gigantes, que na verdade são meros moínhos de vento. Investe contra eles decidido, na sua loucura heróica, sempre em luta contra a prosaica realidade do seu tempo. Mas somente consegue levar um enorme tombo de seu Rocinante.
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Refeito, Dom Quixote continua sua saga. Adiante, ao ver cavalariços reunidos, considera-os um bando de guerreiros sarracenos e investe contra eles. Atacou também uma manada de carneiros, terríveis inimigos, apanhando dos pastores. Dos dois episódios só logrou levar cacetadas e pedradas, pois queria obrigar os sarracenos a prestar homenagem a sua dama Dulcinéia em seu castelo, uma aldeã que considerava sua princesa. Sancho sempre procurava fugir, voltando após a refrega para acudir seu senhor.
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Um barbeiro passava e vinha com uma bacia de latão na cabeça para proteger-se da chuva. Para Dom Quixote ele roubara o elmo do gentil cavaleiro  Mambrino de suas leituras. Consegue tirar o elmo da cabeça do homem, que foge.
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Um leão estava sendo levado numa jaula como dádiva ao rei da Espanha. Dom Quixote, tomado de coragem,  resolve desafiar o audaz animal. Para sua sorte o bicho, talvez assustado com aquela figura, se recusa a sair da jaula.
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Dom Quixote atingiu o ápice de sua glória ao ser o hópede de honra no castelo de um duque. Este, que na verdade só queria divertir-se com o fidalgo, trata-o pomposamente como um verdadeiro cavaleiro errante.
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Para Sancho Pança o duque galhofeiro entregou a posse de sua ambicionada ilha. Mas Pança gostava de comer à forra, no que foi impedido por um falso médico que diagnosticou ter ele que fazer severa dieta.
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Na sua ilha Sancho é acompanhado de fidalgos do castelo que querem divertir-se. Amarram-no entre dois escudos, para que dirija a sua tropa na defesa da ilha.
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Um amigo verdadeiro de Dom Quixote, de nome Sansão Carrasco, com o objetivo de curá-lo, finge ser o Cavaleiro da Branca Lua e o desafia para um duelo. Nosso herói aceita imediatamente, mas logo se vê derrotado. Para não matá-lo, o Cavaleiro da Branca Lua faz Dom Quixote jurar sob sua honra que abandonará suas andanças por um ano.
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Dom Quixote, porém, amargurado de perder suas aventuras e o amor da sua Dulcinéia, não resiste muito tempo. Arrefecido no seu ardor cavaleiresco, ele expirou cristãmente entre seus entes queridos, chorado, mais que todos, pelo seu fidelíssimo Sancho Pança.
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O Cavaleiro da Triste mas Terna Figura ensinou a todos que a honra, o dever, o amor e a lealdade são os atributos maiores da vida. E nunca deveremos desistir dos nossos sonhos, mesmo que no início somente pareçam moinhos de vento.
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Pesquisa: Enciclopédia Trópico.
Volume Dois. Documentário 62.
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Caro Márcio lagunense. Depois do gentil aviso, teria que postar à 00:01 de domingo. Um abraço.
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